O que se entende por uma resid√™ncia econ√īmica?

O novo cadastro predial urbano selecionou propriedades baseadas em categorias e classes. Entre eles, a classe A3 diz respeito a casas econ√īmicas.

O que se entende por uma resid√™ncia econ√īmica?

O cadastro urbano

Unidades imobili√°rias de natureza econ√īmica

o cadastroem geral, é definido por dicionários como um inventário de bens propriedades.
esta
invent√°rio, pelo menos de acordo com parte das defini√ß√Ķes, visa impor-lhe fiscal.
√Č assim hoje em dia na It√°lia.
O cadastro é urbano, se se trata, como nos interessa, dos edifícios urbanos.

O novo cadastro predial urbano

o novo cadastro predial urbano (também chamado N.C.E.U.) foi estabelecido pelo Real Decreto-Lei n. 652 de 1939, convertido em lei n. 1249-1239. como sempre, recomendamos a leitura integral dos textos normativos e a orientação de profissionais experientes para a solução de casos concretos.
O decreto real prevê o primeiro artigo uma avaliação de edifícios urbanos destinados a:

1) averiguar os imóveis urbanos e determinar sua renda; 2) estabelecer um cadastro geral de prédios e outros prédios urbanos que é chamado de novo cadastro predial urbano. (ver artigo 1)

O registo predial urbano é, portanto, o resultado da avaliação geral dos edifícios e a avaliação do rendimento cadastral que lhes é atribuído.
Para edif√≠cios urbanos para este fim, devemos entender, de acordo com as disposi√ß√Ķes literais do mesmo decreto real,

edifícios e edifícios permanentes de qualquer material constituído, que não sejam edifícios rurais. (ver artigo 4)

Rendimento Cadastral

O objetivo da avaliação fiscal do registro de terras é alcançado por meio do renda cadastral.
Isso, de fato, é definido pelo mesmo decreto

a base para determinar... rendimentos tribut√°veis ‚Äč‚Äčsujeitos a impostos e pagamentos em excesso. (ver artigo 23)

O aluguel √© determinado com base em tarifas, por sua vez definidas com base na subdivis√£o das unidades imobili√°rias (das condi√ß√Ķes extr√≠nsecas e intr√≠nsecas das mesmas unidades) em categorias e classes nas quais a unidade imobili√°ria √© trazida de volta dos escrit√≥rios competentes.
As categorias e classes foram, portanto, introduzidas pelo decreto real como um índice para a avaliação da renda cadastral.
A unidade imobiliária é definida pelo decreto real como

cada parte de um edif√≠cio que, no estado em que est√° localizado, √© em si √ļtil e capaz de produzir uma renda pr√≥pria. (ver art.5)

No registro da terra devem ser registradas altera√ß√Ķes relativas √† categoria e classe (bem como aquelas relacionadas aos propriet√°rios, propriet√°rios e detentores dos direitos reais reivindicados na propriedade, bem como no estado dos ativos e consist√™ncia).

Grupo A e casas de natureza económica

Edif√≠cio do tipo econ√īmico

No campo das propriedades para uso ordin√°rio, o Grupo A inclui as seguintes classes:
A / 1 casas de um tipo nobre
Habitação Civil A / 2
A / 3 Habitação de natureza económica
A / 4 Alojamento do tipo popular
Carcaça tipo A / 5 Ultrapopular
Habitação tipo A / 6 Rural
A / 7 Habitação das casas de campo
A / 8 Habitação em moradias
A / 9 Castelos, palácios de eminentes méritos artísticos e históricos
A / 10 Escritórios e gabinetes privados
A / 11 Habitação e alojamento típico de lugares.
O que nos interessa √© a categoria A3, relativo a casas de natureza econ√īmica.
√Č sobre unidades imobili√°rias pertencente

a edif√≠cios com caracter√≠sticas econ√īmicas tanto para os materiais utilizados quanto para o acabamento, e com sistemas tecnol√≥gicos limitados apenas aos indispens√°veis. (veja notas explicativas √†s categorias de registro de terras)

Classe A3: habita√ß√£o econ√īmica

Em ess√™ncia, o pertencimento de uma unidade imobili√°ria a resid√™ncias de natureza econ√īmica envolve dois tipos de consequ√™ncias: a primeira mais estritamente econ√īmica e a segunda, com maior praticidade.
O primeiro √© um menor renda registro de terras e, conseq√ľentemente, um custo menor em rela√ß√£o a certos impostos.
Por exemplo, pense no cálculo da IMU ou ainda ao imposto de matrícula nos casos de venda e compra de imóveis com base no valor cadastral do imóvel, portanto no aluguel, no caso de venda de moradia entre particulares (o resultado não deve ser inferior a 1.000,00 euros).
O segundo √© a segunda realiza√ß√£o padr√Ķes de qualidade m√≠nimo, isto √©, respeitando todos os regulamentos que regem as metodologias de constru√ß√£o e seguran√ßa das instala√ß√Ķes, o uso de materiais e instala√ß√Ķes ser√° limitado apenas √†queles indispens√°veis, com um √≥bvio valor comercial menor dos mesmos.

Tipo residencial e despesas

Quais s√£o as resultado mais imediata e direta do que uma abordagem construtiva semelhante para os compradores?
Junto a um benef√≠cio econ√īmico imediato, uma vez que um lar econ√īmico ter√°, sem d√ļvida, um custo de compra e uma renda cadastral menor comparada com a do tipo civil, as conseq√ľ√™ncias de uma subseq√ľente n√£o devem ser subestimadas. cess√£o o apartamento.

Tipo residencial


Basicamente, comparado a uma casa civil, o tipo econ√īmico custou menos tanto na compra quanto no pagamento de impostos, mas render√° uma receita menor devido a uma menor reavalia√ß√£o do ativo.
Na realidade, então, como a experiência nos ensina, a escolha de um nível de qualidade inferior, se implicar uma economia no início, pode, com alta probabilidade, levar a um desperdício de recursos em gerenciamento e manutenção.

Habita√ß√£o econ√īmica


A escolha de uma qualidade superior pode muitas vezes tornar-se mais económica no tempo.
Mas assim seja. Você pode gastar o dinheiro que você tem.
Quando se refere ao uso de materiais apenas (por exemplo, qualidade da madeira, etc.) e plantas estritamente essenciais, a fim de avaliar a extens√£o desta declara√ß√£o, pode ser √ļtil consultar os regulamentos de constru√ß√£o do munic√≠pio de resid√™ncia.
Uma anotação final de natureza mais estritamente legal.

Habita√ß√£o de natureza econ√īmica e prote√ß√£o para as diferen√ßas, v√≠cios, defeitos e ru√≠na

O fato de a habita√ß√£o estar entre os de natureza econ√īmica n√£o deve nos levar a acreditar que a garantia para os v√≠cios, os defeitos e as diferen√ßas √© de alguma forma diminu√≠da.
No caso de litígios, afinal, a aplicação das regras do código civil em relação ao objecto do contrato, em especial as referidas noart. 1667 c.c. por diferenças e vícios do trabalho e 1669 c.c. por ruína e defeitos de coisas imóveis.
Em particular, no que diz respeito √† diferen√ßas e v√≠cios, o comprador perde o direito se aceitar o trabalho e souber ou puder reconhecer v√≠cios e discrep√Ęncias, a menos que a coisa tenha sido silenciada pelo contratado com m√° f√©.
Para garantir a garantia, o problema deve ser relatado dentro de sessenta dias após a descoberta (a reclamação não é devida se o contratante reconhecer o problema ou o tiver ocultado); a ação legal é prescrita em dois anos a partir da entrega.
Em qualquer caso, se o cliente não pagar e for processado, ele poderá sempre fazer valer a garantia, desde que tenha feito a reclamação dentro de sessenta dias após a descoberta e antes de dois anos após a entrega.
Enquanto, a a√ß√£o legal para ru√≠na e defeitos √© exerc√≠vel se o evento (ru√≠na ou defeitos) ocorrer nos dez anos seguintes √† conclus√£o do trabalho (a reclama√ß√£o deve ser feita dentro de um ano de descoberta e a a√ß√£o √© prescrita em um ano pela den√ļncia).



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