Inquilino devido a falta de pagamento da taxa do condomínio

Em estado de arrog√Ęncia, o administrador do condom√≠nio, al√©m da tentativa de devolu√ß√£o do cr√©dito, tanto o propriet√°rio quanto o usufrutu√°rio poderiam ser objeto de uma a√ß√£o de monitoramento pela cobran√ßa coerciva de valores.

Inquilino devido a falta de pagamento da taxa do condomínio

Não pagamento da taxa do condomínio

Em condomínio, é um dado pacífico, o ocupante da unidade imobiliária é obrigado a correspondem às somas de dinheiro para a gestão das partes comuns do edifício.

Inquilino moroso in condominio


A casa pode ser empregado em v√°rias capacidades de pessoas diferentes:
para) a partir do mesmo propriet√°rio;
b) deusufrutu√°rio;
c) de um inquilino.
Nos dois primeiros casos, em rela√ß√£o √†s respectivas posi√ß√Ķes, deve ocorrer um estado de arrog√Ęncia, ambas as partes poderiam ser questionadas, diretamente, pelo administrador do condom√≠nio para o atendimento. Em subst√Ęncia, al√©m da tentativa de boa recupera√ß√£o de cr√©dito, tanto o propriet√°rio como o usufrutu√°rio, poderia estar sujeito a uma a√ß√£o de monitoramento para a coleta coerciva de somas.

Decreto de pagamento indevido para inquilinos inadimplentes

Isso significa que eles seriam notificados uma ordem de pagamento liminar.
o posição de inquilinoem vez disso, é completamente diferente.
Embora seja usual, na pr√°tica di√°ria, que o maestro de um apartamento ter rela√ß√Ķes diretas com o administrador do edif√≠cio, no caso dearrog√Ęncia s√ļbita O agente dos condom√≠nios ser√° obrigado a entrar em contato com o propriet√°rio da unidade imobili√°ria para obter as a√ß√Ķes ainda n√£o pagas.
um exemplo esclarecer√° o que acabou de ser dito.
A hipótese é que o inquilino pagar diretamente, nos prazos acordados, no escritório do administrador do condomínio, os valores devidos a título de encargos do condomínio.
De repente, sem qualquer justificativa aparente, o inquilino não paga mais as taxas devidas a ele para que elas comecem a acumular dívidas refere-se à unidade de propriedade realizada.
Nestas circunst√Ęncias, oadministrador n√£o pode de forma alguma agir diretamente contra oinquilino.

Inquilino moroso in condominio


Sobre o ponto, e em v√°rias ocasi√Ķes, o Tribunal de Cassa√ß√£o ela foi muito clara em afirmar que:
a lei de 27 de julho de 1978, n. 392 (o chamado fair share) n√£o tem, em rela√ß√£o ao condom√≠nio e quanto √†s contribui√ß√Ķes e despesas acima mencionadas, acrescido ao original representado pelo condom√≠nio, outro devedor, representado pelo arrendat√°rio das unidades imobili√°rias pertencentes ao im√≥vel. condom√≠nio.De fato, como este Tribunal j√° teve a oportunidade de declarar, a lei n. 392 de 1978 regula apenas a rela√ß√£o entre senhorios e inquilino, e, sob o aspecto em considera√ß√£o, n√£o inovou de forma alguma em rela√ß√£o √† legisla√ß√£o do c√≥digo civil acima mencionada relativa aos assuntos detidos, para a administra√ß√£o do condom√≠nio de um edif√≠cio, para o pagamento das despesas necess√°rias para a manuten√ß√£o das casas comuns e para a presta√ß√£o dos v√°rios servi√ßos no interesse comum (Cass. 28 de outubro de 1993 n. 10719).
Isso significa que o estado de arrog√Ęncia veio para criar para os padr√Ķes do inquilino, no contexto de relacionamento com o condom√≠nio, deve ser remediado pelo propriet√°rio da unidade imobili√°ria que √© a √ļnica pessoa respons√°vel e, portanto, pass√≠vel de sofrer procedimento de ordem de pagamento, para a equipe do condom√≠nio. atraso pode afetar o escopo do relat√≥rio de loca√ß√£o?O pagamento omitido, injustificado, do encargos acess√≥rios (de modo que a Lei 392/78 chama os encargos do condom√≠nio) pode trazer at√© um pedido de rescis√£o do contrato por incumprimento.



Vídeo: Inquilino devendo condomínio - E agora, Raquel?