Imposto de finalidade

O imposto sobre a finalidade, que é discutido novamente nestes dias, aplica-se à mesma base de cálculo do Imu e, por esse motivo, foi renomeado Imu bis ou Imu 2.

Imposto de finalidade

O medo de um possível já está serpenteando por alguns dias Imu bis ou Imu 2, o que agravaria ainda mais o intervalo fiscal já previsto para os bolsos dos italianos pelo novo imposto sobre a casa. Mas vamos ver mais em detalhes o que é.

picada na casa

Est√° definido Imposto de finalidade (ou Iscop), um imposto cobrado sobre as demonstra√ß√Ķes financeiras separadamente e alocado para um objetivo espec√≠fico, que tamb√©m pode beneficiar o contribuinte, pelo menos nas inten√ß√Ķes.
Estabelecido de fato pelo governo Prodi, com o artigo 1, par√°grafos 145 e seguintes lei 296/2006 (Financeira para 2007), foi utilizado pelos munic√≠pios para ter cobertura financeira para a constru√ß√£o de infraestrutura e obras p√ļblicas em geral.
Por exemplo, um prefeito que n√£o tivesse dinheiro suficiente para consertar uma estrada ou completar uma escola poderia recorrer a esse tributo.
Nestes dias, foram desenvolvidas as regras de coordenação entre este imposto, anteriormente vinculadas ao ICI e à nova IMU, e é por isso que estamos falando de uma IMU.
Na verdade, o decreto fiscal 16/2012 Aguardando apenas a assinatura do Chefe de Estado para entrar definitivamente em vigor, contém uma alteração bastante alarmante sobre o assunto.
A emenda, assinada pelo deputado da PDL Elvira Savino, prevê o alinhamento do imposto às novas bases tributárias, pois são consideradas para o cálculo da IMU, ou seja, com uma reavaliação de 60%, e para ampliar seu escopo ao primeira casa. O aplicativo teria um 'taxa de até 0,5 por mil e cobriria todos os tipos de imóveis.
Contudo, os agravamentos adicionais da sua carga fiscal devem-se ao facto de j√° com a entrada em vigor do Federalismo Municipalcom o Artigo 6, esperava-se que o imposto pudesse ser aplicado duas vezes mais do que antes, e at√© 10 anos em vez de at√© 5 anos, e poderia ser usado para financiar 100% de obras p√ļblicas e n√£o apenas mais de 30%, delegando a quest√£o das regras a uma disposi√ß√£o espec√≠fica. Esta possibilidade foi, por conseguinte, retomada da presente altera√ß√£o. Al√©m disso, as mudan√ßas tamb√©m estendem os tipos de obras p√ļblicas para as quais esse empr√©stimo pode ser usado.

C√°lculo Iscop

No entanto, gostaríamos de lembrar que a lei também prevê que o montante obtido deve ser reembolsado se o trabalho a ser financiado não for iniciado dentro de dois anos a contar da aprovação do projeto executivo.
Para ser honesto, também deve ser dito que o imposto não tem sido amplamente utilizado pelos prefeitos, que até agora o aplicaram. apenas vinte vezes (de 8.000 municípios italianos), também devido a um processo bastante complicado para colocá-lo em prática.
Atualmente está em vigor apenas em Nocera Terinese, na província de Catanzaro, e em Caserta, onde foi estabelecido no ano passado, enquanto nos outros municípios o pedido expirou ou sua aplicação foi concluída, então pode-se dizer que os cidadãos eles têm praticamente afastado. Quase todos os municípios aplicaram a taxa máxima de 0,5 por mil.
Com as novas mudanças regulatórias, no entanto, o imposto, ainda mais simples de aplicar, poderia ser mais atraente para muitos prefeitos que pensassem em usá-lo, e isso teria um impacto significativo sobre os contribuintes. Aqueles que já adotam, no entanto, podem adaptar mudanças regulatórias.

impostos sobre a casa

Até agora, os prefeitos de todos os partidos políticos disseram que são contra a aplicação do imposto, mesmo com medo de mais impopularidade entre os cidadãos.
O presidente doANCI, a associação dos municípios italianos e o prefeito de Reggio Emilia, Graziano Delrio, ele queria tranquilizar dizendo que neste momento seria muito inapropriado que os prefeitos usassem o imposto.
Mas não se pode negar que o imposto continua sendo uma possibilidade perigosa em suas mãos, já que os municípios reclamam cortes para transferências e o fato de que metade da receita obtida pelo Imu terá que ir diretamente para os cofres do Estado.
Em vez disso, o governo respondeu √†s cr√≠ticas das associa√ß√Ķes de consumidores, na pessoa do subsecret√°rio da economia. Gianfranco Polillo, afirmando que a adequa√ß√£o do escopo ao novo imposto era de fato devida e que, na realidade, com o aumento da arrecada√ß√£o tribut√°ria devido √† introdu√ß√£o da IMU, os prefeitos podem ter ainda menos necessidade de recorrer a esse imposto.
Deve ent√£o ser dito que um imposto tamb√©m √© cobrado sobre o imposto de prop√≥sito d√ļvida de constitucionalidade, uma vez que seria um imposto duplo sobre o dinheiro, uma vez que a IMU j√° existe.



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