Materiais Estruturais

Materiais e produtos para uso estrutural devem atender a requisitos específicos, devem ser identificados, qualificados e aceitos pelo gerente do local.

Materiais Estruturais

De acordo com o NTC 08 (Normas Técnicas para Construção DM Janeiro de 2008) materiais e produtos para uso estrutural devem atender a requisitos específicos, em primeiro lugar devem ser identificados exclusivamente pelo fabricante, devem ser qualificados sob a responsabilidade do fabricante e, finalmente, devem ser aceitos pelo gerente do projeto pela aquisição e verificação do documentação qualificação, bem como através de testes experimentais de aceitação.

quintal

Por que preocupa√ß√Ķes a identifica√ß√£o e a qualifica√ß√£o, casos diferentes podem ser configurados, para alguns materiais e produtos para uso estrutural h√° uma norma europ√©ia harmonizada cuja refer√™ncia √© publicada no GUUE (Jornal Oficial Uni√£o Europ√©ia) seu uso nas obras s√≥ √© poss√≠vel se estiverem em posse da Marca CE, previsto pela Directiva 89/106 / CEE Produtos de constru√ß√£o (CPD), implementado em It√°lia pelo Decreto Presidencial 21/04/1993, n.246, modificado pelo Decreto Presidencial 10/12/1997, n. 499.
Outro cenário é o de materiais e produtos para uso estrutural para os quais não está disponível uma norma harmonizada para eles, prevê-se a qualificação com as modalidades e os procedimentos indicados no NTC.
Finalmente, para materiais e produtos para uso estrutural inova√ß√Ķes que n√£o se enquadram em um dos tipos descritos, o fabricante pode alcan√ßar a Marca CE de acordo com a Aprova√ß√£o T√©cnica Europeia (ETA) ou, alternativamente, ter uma Certifica√ß√£o T√©cnica de Qualifica√ß√£o de Trabalho emitida pelo Servi√ßo T√©cnico Central. com base em orienta√ß√Ķes aprovadas pelo Conselho Superior de Obras P√ļblicas. Com exce√ß√£o daqueles que possuem a marca CE, eles podem ser usados materiais o produtos que cumpram com outras especifica√ß√Ķes t√©cnicas, se estas especifica√ß√Ķes garantirem um n√≠vel de seguran√ßa equivalente ao previsto nas normas.
Esta equival√™ncia ser√° apurada mediante procedimentos estabelecidos para o efeito pelo Servi√ßo T√©cnico Central do Conselho Superior de Obras P√ļblicas, ouvido o mesmo Conselho Superior. Para materiais e produtos com a marca√ß√£o CE, ser√° de responsabilidade do Diretor de Obras, durante a aceita√ß√£o, certificar-se de que a marca√ß√£o est√° em vigor e solicitar de cada fornecedor, para cada
produto diferente, o Certificado ou Declaração de Conformidade à parte harmonizada da norma europeia específica ou à Aprovação Técnica Europeia específica, conforme aplicável.
Tamb√©m ser√° um fardo do gerente das Obras verificar que estes produtos se enquadram nos tipos, classes e / ou fam√≠lias previstos na referida documenta√ß√£o. Para produtos que n√£o ostentam a marca√ß√£o CE, o Diretor de Obras deve verificar a posse e a validade do Certificado de Qualifica√ß√£o (caso B) ou o Certificado de Elegibilidade T√©cnica para o uso do Servi√ßo T√©cnico Central do Conselho Superior de Obras. p√ļblico.
O Servi√ßo T√©cnico Central do Conselho Superior de Obras P√ļblicas pode activar um sistema de supervis√£o em locais de constru√ß√£o e locais de processamento para verificar a correto aplica√ß√£o das disposi√ß√Ķes, nos termos do art. 11 do Decreto Presidencial n. 246/93.

aço e cemanto

o evid√™ncia em materiais e produtos, de acordo com os procedimentos espec√≠ficos aplic√°veis, como especificado de tempos em tempos a seguir, eles devem ser geralmente realizados por laborat√≥rios de teste notificados nos termos do Artigo 18 da Directiva 89/106 / CEE; laborat√≥rios referidos no artigo 59.¬ļ do Decreto Presidencial n.¬ļ 380/2001; outros laborat√≥rios, equipados com compet√™ncia apropriada e equipamento apropriado, especificamente aprovado pelo Servi√ßo T√©cnico Central.
Se forem aplicadas especifica√ß√Ķes t√©cnicas europeias harmonizadas, para efeitos da marca√ß√£o CE, as atividades de certifica√ß√£o, inspe√ß√£o e ensaio devem ser realizadas pelos sujeitos previstos no sistema relevante de comprova√ß√£o da conformidade. Fabricantes de materiais, produtos ou componentes regidos por esta norma devem ter procedimentos adequados de controle de produ√ß√£o da f√°brica. Controle de produ√ß√£o em f√°brica significa controle de produ√ß√£o permanente realizado pelo fabricante. Todos os procedimentos e disposi√ß√Ķes adotados pelo fabricante devem ser sistematicamente documentados e estar dispon√≠veis para qualquer assunto ou √≥rg√£o de controle autorizado a faz√™-lo. A refer√™ncia √†s especifica√ß√Ķes t√©cnicas europeias harmonizadas EN, nos termos da Directiva 89/106 / CEE e do Decreto Presidencial 246/93, contidas na norma deve ser entendida como referindo-se √† √ļltima vers√£o actualizada, salvo indica√ß√£o em contr√°rio. A refer√™ncia √†s especifica√ß√Ķes t√©cnicas volunt√°rias EN, UNI e ISO contidas na norma deve ser entendida como referindo-se √† data de publica√ß√£o, se indicado, ou, quando n√£o indicado, at√© √† √ļltima vers√£o atualizado.



Vídeo: Sistemas estruturais aula arquitetura e engenharia