Deslizamentos em condomínio e indenização por danos

A responsabilidade do condomínio pelas coisas em custódia não cobre os danos sofridos pelos condomínios em ambientes que eles conhecem muito bem

Deslizamentos em condomínio e indenização por danos

Scivolone

É o leitmotif de muitas cenas cômicas:
uma pessoa anda e faz um deslize Louco.
Seguido por gargalhadas e comentários sobre o falta de jeito dos infelizes.
Deixando os aspectos de brincadeira O que mais preocupa programas de televisão e filmes, na realidade cotidiana, sabe-se que as quedas muitas vezes causam sérios danos e mais do que o riso continua sendo as dores e suas conseqüências.

Consequências também de natureza jurídica já que o desafortunado, não raramente, age para obter compensação pelo dano sofrido por causa da queda.
Em linguagem legal, é costume falar sobre dano de armadilhas ou armadilhas descrever precisamente os casos em que uma pessoa sofre dano causado por outra coisa que está em uma condição inesperada e imprevisível que pode prejudicar os direitos de outras pessoas.
Neste contexto, não é menos neste contexto danos sofridos pelo condomínio devido a quedas nas partes comuns.
Recentemente ele voltou a lidar com o caso Tribunal de Lecce que, com uma decisão de 13 de dezembro passado, resolveu uma disputa sobre uma queda no condomínio.
O caso é o clássico: um condomínio no início da manhã sai da casa e drena no chão molhado. De acordo com ele por causa da empresa de limpeza é que lavar o corredor.
A queda causa danos e o infeliz está processando o prédio: a equipe de acordo com ele é responsável como guardião das partes comuns. O condomínio põe em questão o seguro e esta, por sua vez, a empresa responsável pela limpeza do prédio.
A conclusão das formalidades necessárias para constituir o contraditório entre todas as partes interessadas começa a investigação.
Ninguém duvida do dano para o condomino e a causa, ou o deslizamento.
Apesar disso, o juiz, com base nos documentos do caso, considera que nenhuma das partes ser responsável.
Quem promoveu o julgamento explica a sentença, Foi durante vários anos, e ainda é, um condomínio do prédio em que ocorreu o acidente.Os textos então concordaram em relatar que, por um período limitado de tempo, a empresa de limpeza, temporariamente empregada, usava produtos de polimento.

Scivolone

O fato ocorreu de manhã e o hall de entrada é bem iluminado (como também emerge da documentação fotográfica em documentos).Para estas circunstâncias complexas em que até mesmo o fato originalmente deduzido pelo ator era o escorregadio do piso para uso de detergentes de polimento (e não para pisos molhados para limpeza em andamento ou acabado), porém, seria difícil configurar, para as circunstâncias listadas acima, impermeabilidade subjetiva do insidio pelo ator do condominio, dado o seu atendimento diario de lugares e o presumivel e em qualquer caso exigindo conhecimento das caracteristicas da propriedade, incluindo a condicao da pavimentacao do hall de entrada (mais ou menos claro) (Trib. Lecce 13 de dezembro de 2011 n. 1510).
em resumo o danificado viveu no lugar, conhecia os lugares e, portanto, não podia reclamar de nenhum dano. Dito de forma diferente: quem conhece o contexto em que se move deve fazer preste atenção em onde você coloca os pés.



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