Dimensionamento de Sistemas de Fumaça

Os padr√Ķes de dimensionamento dos sistemas de fuma√ßa mudam com as tecnologias e as necessidades de economia de energia.

Dimensionamento de Sistemas de Fumaça

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Por muitos anos uma f√≥rmula de refer√™ncia simples para o dimensionamento dos sistemas de fuma√ßa foi: S = (K x P) / H1 / 2 com S a √°rea em cent√≠metros quadrados da se√ß√£o do sistema; P la poder, expresso em kcal / h, dos geradores t√©rmicos conectados ao sistema, H a altura do sistema considerando as se√ß√Ķes horizontais e considerando 0,5 m de comprimento equivalente para cada curva; K um par√Ęmetro adimensional de acordo com o tipo de combust√≠vel utilizado, geralmente 0,030 para combust√≠veis s√≥lidos e 0,024 para combust√≠veis l√≠quidos.
o simplicidade desta f√≥rmula, suplantada seguindo a evolu√ß√£o regulat√≥ria do setor, n√£o levou em conta muitos outros par√Ęmetros que influenciam os fen√īmenos din√Ęmicos e t√©rmicos t√≠picos de um sistema de fuma√ßa, como a temperatura de refer√™ncia do ambiente em que o sistema de fuma√ßa est√° localizado, a temperatura de refer√™ncia dos fumos, a resist√™ncia t√©rmica das paredes do sistema de fuma√ßa, quaisquer varia√ß√Ķes geom√©tricas do √ļltimo, etc.

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o normas atualmente em vigor, referem-se a f√≥rmulas utilizadas para o dimensionamento de sistemas de fuma√ßa, distintas entre as c√Ęmaras abertas e seladas, alimentadas por qualquer tipo de combust√≠vel e com temperatura de refer√™ncia ambiental 20¬į C.
Em especial, o princ√≠pio de refer√™ncia √© garantir, em qualquer caso, a escoamento de fuma√ßa, o que acontece se na se√ß√£o de entrada dos fumos para o sistema, houver um valor de depress√£o que favore√ßa a evacua√ß√£o dos mesmos fumos; desta forma, todos os fatores anteriormente negligenciados s√£o considerados, incluindo as caracter√≠sticas dos geradores de calor conectados ao sistema de fuma√ßa; em geral, tr√™s fatores fundamentais podem ser considerados para o correto dimensionamento de um sistema de fuma√ßa: altura, di√Ęmetro, resist√™ncia ao calor.
Atualmente, uma ferramenta v√°lida para apoiar o dimensionamento dos sistemas de fuma√ßa, consiste no software, muitas vezes disponibilizado gratuitamente pelos mesmos fabricantes dos sistemas de fuma√ßa para promover o √ļltimo, capaz de simular os diferentes estados operacionais de um sistema de fuma√ßa.
Com o software acima mencionado é geralmente possível realizar todos os testes necessários para um sistema de fumaça da UNI 10641, inicialmente é necessário fornecer ao software todas as características do sistema de fumaça, incluindo os tipos de geradores conectado a ele e as características do ambiente em que ele trabalha.
Deste modo √© poss√≠vel calcular os valores de press√£o correspondentes √†s entradas das condutas de gases de combust√£o no sistema e em correspond√™ncia com a poss√≠vel abertura de compensa√ß√£o, as perdas de press√£o para resist√™ncias din√Ęmicas de fluido na conduta e na proximidade da poss√≠vel compensa√ß√£o de abertura.
O dimensionamento de uma chamin√© coletivo para aparelhos de c√Ęmara selada e de tiragem for√ßada, que est√£o entre os atualmente mais difundidos, prev√™ a verifica√ß√£o do funcionamento correto do sistema de fuma√ßa em condi√ß√Ķes limites espec√≠ficas; na verdade, as verifica√ß√Ķes devem ser realizadas em: opera√ß√£o do sistema de fuma√ßa com todos os aparelhos conectados ativos; opera√ß√£o do sistema de combust√£o apenas com alguns aparelhos conectados e opera√ß√£o do sistema de combust√£o com apenas um aparelho conectado.
Considerando que cada um dos geradores de calor, conectados ao sistema de fuma√ßa, pode operar em condi√ß√Ķes de capacidade m√≠nima ou m√°xima de calor, as simula√ß√Ķes podem ser limitadas ao n√ļmero m√≠nimo de combina√ß√Ķes poss√≠veis que podem tornar as outras unidades satisfeitas tamb√©m. combina√ß√Ķes de opera√ß√£o em que o sistema pode ser encontrado.
Significativos s√£o tamb√©m as verifica√ß√Ķes que podem ser feitas sobre a velocidade dos fumos no sistema, em geral, um aumento no di√Ęmetro do tubo corresponde a um aumento no esbo√ßo, como conseq√ľente diminui√ß√£o das perdas de carga, e com a mesma vaz√£o dos fumos, segue-se uma diminui√ß√£o na velocidade de sa√≠da dos fumos.

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A uma velocidade menor dos produtos de combust√£o corresponde um tempo maior de perman√™ncia do mesmo dentro do sistema de fuma√ßa, com conseq√ľente maior resfriamento prov√°veis ‚Äč‚Äčforma√ß√Ķes de condensa√ß√£o localizadas; enquanto um velocidade muito alto pode causar problemas noisiness.


ing. Vincenzo Granato



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