Habilidades profissionais

Uma recente decisão do Tribunal de Cassação definitivamente esclarece os limites das habilidades profissionais dos pesquisadores, em comparação com engenheiros e arquitetos.

Habilidades profissionais

Os setores que dizem respeito ao mundo da casa (construção civil, planejamento urbano, móveis, estruturas, etc.) são na Itália objeto de trabalho para diferentes categorias profissionais.
Al√©m de arquitetos, engenheiros e agrimensores eles trabalham neste campo especialistas em constru√ß√£o, agr√īnomos, designers de interiores, design de interioreser, sem considerar as diferen√ßas entre os n√ļmeros que derivam de cursos de tr√™s ou cinco anos, por exemplo os chamados arquitetos j√ļnior distinguido pelos idosos.

Arquitetos, em, local construção

Na pr√°tica, parece n√£o haver uma distin√ß√£o precisa de compet√™ncias entre essas figuras profissionais, tanto que o cliente acaba recorrendo frequentemente a t√©cnicos graduados na convic√ß√£o err√īnea de aumentar os honor√°rios.
Mas isso acontece pior, e às vezes nós testemunhamos real paradoxos, como o engenheiro a quem se refere para um projeto de design de interiores, o agrimensor que é atribuído a tarefa de gerenciamento de obras estruturais, ou o arquiteto que é responsável pelo empilhamento de um edifício. um confusão de papéis que não conhece igual no resto da Europa.
No entanto, as diferentes habilidades, em particular entre o engenheiro e o arquiteto, de um lado, e o top√≥grafo, de outro, est√£o bem especificadas por regulamenta√ß√Ķes que datam dos anos 20 do s√©culo passado. Decreto Real 2537/1925 (Regulamentos para as profiss√Ķes de engenheiro e arquiteto) ea Decreto Real n. 274/1929 (Regulamento para a profiss√£o de agrimensor).
Em vez disso, um recente acórdão do Tribunal de Cassação, o n. 19292 de 2009, para esclarecer melhor a questão.

Arquiteto no est√ļdio

A pron√ļncia serviu de uma maneira particular para destacar aqueles que s√£o limites de habilidades de profissionais com menos qualifica√ß√Ķes educacionais do que arquitetos e engenheiros civis e ambientais, ent√£o no caso de agrimensores.
A decis√£o do Supremo Tribunal reiterou uma vez mais que todo o desenho, e n√£o apenas o de natureza estrutural, dos edif√≠cios, mesmo de tamanho modesto, bet√£o armado, √© de compet√™ncia exclusiva de t√©cnicos com qualifica√ß√Ķes acad√™micas espec√≠ficas.
Portanto, no caso de uma colaboração entre profissionais, estes nunca podem assumir um papel subordinado em comparação com um técnico em posse apenas do diploma, como o agrimensor.
De acordo com a regulamentação da profissão, o agrimensor pode desenhar o edifícios civis de tamanho modesto e não feitos de concreto armado, ou de pequenos artefatos relacionados à atividade agrícola feito com este material.
O ac√≥rd√£o do Tribunal de Justi√ßa n√£o pro√≠be, evidentemente, que, no exerc√≠cio da profiss√£o, possam existir formas de colabora√ß√£o entre os diferentes n√ļmeros, mas reitera a papel subordinado que o t√©cnico n√£o graduado ter√° que assumir para o t√©cnico provido de uma qualifica√ß√£o acad√™mica, que ter√° que subscrever todo o projeto.
Na pr√°tica, muitas vezes acontece que o projeto de pequenos edif√≠cios ou expans√Ķes de edif√≠cios de concreto armado √© confiado a agrimensores. √Ä luz da frase acima, parece ser um comportamento ileg√≠timo.


arco. Carmen Granata



Vídeo: Introdução - 8 Habilidades para Profissionais do Séc. XXI