Os laços condominiais são parciais ou articulares?

Suficiente com a recupera√ß√£o de todo o cr√©dito contra um √ļnico pr√©dio; todo mundo tem que pagar, mas todo mundo tem que fazer isso dentro do limite de sua cota mil√©sima, vamos ver...

Os laços condominiais são parciais ou articulares?

Parziarieta

o títulos condominiais eles são parciais ou de apoio?
Desta vez para pronunciar é o justiça de paz de Salerno.
Quase quatro anos atr√°s, foi em 8 de abril de 2008, com a frase bem conhecida n. 9148, as Se√ß√Ķes Unidas do Supremo Tribunal de Cassa√ß√£o sancionaram o fim da solidariedade dos t√≠tulos do condom√≠nio.
De acordo com os magistrados do Supremo Colégio, em questão de despesas de condomínio todo mundo paga por si mesmo.
Disse o contr√°rio: o suficiente com a recupera√ß√£o de todo o cr√©dito contra um √ļnico pr√©dio; todos devem pagar, mas todos devem faz√™-lo dentro dos limites do que ele realmente deve com base em sua cota mil√©sima.
O princípio na opinião do escritor, é sacrossanto: um condomínio, pelo simples fato de que os outros estão inadimplentes, não pode se arriscar a perder tudo.
Naturalmente, n√£o se pode dizer que o executor possa agir em recurso; as Se√ß√Ķes Unidas, no entanto, expressaram Argumentos convincentes fazer a transi√ß√£o da solidariedade para a parcialidade.

Pron√ļncia correta em teoria mas na pr√°tica, com a legisla√ß√£o inalterada, o credor acabou sobrecarregado.
Em suma, a decis√£o repetidamente citada tem, de fato, desequilibrado uma rela√ß√£o entre v√°rias partes que t√™m as mesmas raz√Ķes para reclamar.
Nesse sentido, um √© emblem√°tico senten√ßa proferida pelo Juiz da Paz de Salerno no dia 16 de fevereiro passado. De acordo com o magistrado da Campania n√£o h√° ningu√©m que n√£o veja que a interpreta√ß√£o de princ√≠pio fornecida pelas Se√ß√Ķes Unidas tenha criado enormes problemas na pr√°tica, colocando, involuntariamente, no credor uma s√©rie de custos, encargos e atrasos que a interpreta√ß√£o anterior (obriga√ß√£o solidariedade) levaram em devida considera√ß√£o tamb√©m evitar a multiplica√ß√£o dos processos.Na verdade, a parte vitoriosa, ap√≥s aguardar o resultado de uma decis√£o, deve dividir o cr√©dito e endere√ßar o condom√≠nio individual, arriscando, em caso de insolv√™ncia, at√© mesmo a perda de parte de seu cr√©dito n√£o pode reclamar contra os outros. condom√≠nios (GdP Salerno 16 de fevereiro de 2012).
Assim, o juiz de Salerno continua, passando ao exame em concreto da execução da ação executiva, observa-se que o chanceler de acordo com o art.475 c.p.c. só pode emitir uma cópia executiva original. No entanto, considerando que em caso de expropriação forçada, a cópia executiva "original" deve ser depositada no arquivo de execução, é evidente que é impossível prosseguir com a execução forçada em relação a mais de um condomínio de cada vez.

Obbligazioni condominiali

No caso em quest√£o, sendo o condom√≠nio de quo, composto por 34 unidades imobili√°rias, o ator deve propor 34 a√ß√Ķes executivas distintas, aguardar o resultado de cada uma e depois iniciar outra.
Considerando os tempos médios de cada ação executiva individual, o reclamante, se for credor de um condomínio, deve aguardar anos pela satisfação de seu crédito.
(GdP Salerno 16 de fevereiro de 2012).
Isso, no entanto, especifica o juiz da paz, n√£o se aplica ao caso submetido √† sua aten√ß√£o. Neste caso, de fato, foi um indemniza√ß√£o devida por culpa extracontratual e n√£o, como no caso decidido pela senten√ßa n¬ļ. 9148, das obriga√ß√Ķes decorrentes de um contrato.
Para o obriga√ß√Ķes ilegais, diz o juiz de Salerno, √© constante aquela orienta√ß√£o que os considera solid√°rios. em resumo cr√≠tica da senten√ßa eles come√ßam a vir de muitas frentes; uma interven√ß√£o legislativa seria, nunca como neste caso, desej√°vel.



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