Energias Renováveis ​​em Perigo

Nos últimos dias, a aprovação pelo Conselho de Ministros de um projeto de decreto legislativo relativo à aplicação da Diretiva 2019/28 / CE

Energias Renováveis ​​em Perigo

Nos últimos dias a aprovação no Conselho de Ministros de um esquema do decreto legislativo, relativo à implementação do Diretiva 2009/28 / CE para a promoção e desenvolvimento de fontes de energia renováveis, tem levantado muitas preocupações entre aqueles empregados no setor, como algumas das disposições reguladoras contidas, não só não permitiria que a Itália se alinhasse com as exigências impostas pela Europa, mas perigo também muitos empregos e teria sérias repercussões econômicas.

Campo fotovoltaico

É a preocupação expressa também por RENAEL, com mais de 40 agências energéticas e ambientais, estabelecidas no âmbito do programa europeu IEE (Energia Inteligente da Europa) e distribuída por todo o país, é uma vasta rede de estruturas tecnológicas no campo da eficiência energética e de fontes renováveis.

Mais em detalhe, oArtigo 22 do Decreto, modificando o sistema de incentivo do Terceira conta de energia para 2011-2013, colocaria em risco os incentivos estabelecidos após longas e árduas negociações e publicados no Diário Oficial n.197 de 24 de agosto de 2010, impactando nos investimentos já em andamento.

Em particular, de fato, um limite máximo de 8.000 MW de energia para sistemas fotovoltaicos instalados, além do qual nenhum incentivo seria concedido, um limite que parece incompreensível em vista dos 18.000 MW instalados, por exemplo, na Alemanha somente em 2010.

No setor deenergia eólicaem vez disso, corte retroativo de 30% os incentivos já concedidos, o que seria contrário às disposições da União Européia, que proíbe qualquer intervenção retroativa para evitar incertezas para os investidores do setor.

Parco eolico

Finalmente, há uma disposição que permitiria às Regiões estabelecer limiares diferenciados para os poderes máximos que podem ser instalados com procedimento simplificadoTambém isso seria contraproducente, porque iria contra a necessidade de um desenvolvimento homogêneo do setor em todo o país.

Um par de dias atrás Ministro do Meio Ambiente Stefania Prestigiacomo Declarou que não estava previsto um teto de 8.000 MW para a energia fotovoltaica, demonstrando que a mobilização de associações e operadores ambientais no setor já estava começando a dar frutos.

Suas declarações, no entanto, pareciam contradizer o que foi declarado pela Ministro do Desenvolvimento Econômico Romano, que enfatizava os custos que teriam tais incentivos, se você continuar a concedê-los, o que seria destinado a cair sobre os consumidores.Em suma, longe de ser resolvido, a questão vai ver mais desenvolvimentos antes da aprovação final do decreto, que espero que eles não prejudiquem o todo cadeia de produção do setor, enquanto ainda estamos em plena crise econômica.

Para mais informações: renael.net



Vídeo: Energias Renováveis - LUIZ CARLOS MOLION