Primeiros casos concretos de Habitação Social

Até 2019, 825 casas estarão prontas em Parma usando os incentivos e regras do Plano de Casa.

Primeiros casos concretos de Habitação Social

Durante décadas, a Emilia Romagna foi uma das regiões que se destacou pelos serviços prestados ao cidadão e pelas políticas sociais em geral orientadas para a qualidade de vida. Em tempos quando oemergência de habitação configura-se como um verdadeiro problema social, é sempre a Emilia Romagna que se destaca pelas primeiras intervenções reais de habitação social, nascido com base nas disposições do Plano de Casa.

construção

A intervenção em questão vê uma primeira parcela de 852 acomodações, que será implementado durante um período de cerca de um ano e destinado a categorias de cidadãos que não pertencem àqueles que podem beneficiar de habitação popular: em particular, serão 405 alojamento em venda a um preço com desconto, 265 para alugar com a possibilidade de redenção da propriedade no oitavo ano e os restantes 182 para alugar um taxa chamado sustentável.
Importante é o dispositivo de financiamento da iniciativa, que vê a criação de um fundo imobiliário, Casa Social Parma, cujas ações foram subscritas pelo Fundo de Investimento para Habitação (administrado pela Cassa Depositi e Prestiti), pela Fundação Cariparma, pelo promotor-atuador Parma Social House Scarl e pelo fundo de promoção cooperativa LegaCoop, sem esquecer que o Município de Parma participa diretamente em dar 7 áreas de transformação urbana em lei de superfície.

construção

As primeiras 852 casas, que verão a construção de uma superfície bruta de cerca de 63.000 metros quadrados até 2012, são apenas parte de um projeto maior, que verá, mais tarde, a construção de outras 1100 casas incluídas no Plano Social Municipal. O custo de construção estimado para todo o projeto, após obras concluídas, foi avaliado em cerca de 105 milhões de euros.
As críticas expressas por algumas partes sobre a suposta bondade da iniciativa dizem respeito, por um lado, ao facto de a índices de realização ir não obstante as regras do PEC permitir construções com volumes maiores do que os previstos e, em parte, explorando fundos públicos para uma iniciativa que deve, em qualquer caso, ser lucrativa para os construtores; Por outro lado, uma observação correta feita por alguns críticos está relacionada consumo de solos agrícolas para a realização da intervenção, quando haveria vários locais militares abandonados que poderiam ser convertidos para este fim.

acomodações

Considerando que, além de transferência do direito de construção por 99 anos, os construtores vão apreciar oisenção da taxa de construção, em virtude do alto interesse público estabelecido pela administração municipal, bem comoisenção da ICI para a habitação feita desta forma, considerando que pelo menos 70% dos apartamentos serão vendidos ou alugados a taxas de construção contratadas, para os críticos da iniciativa isso constituiria uma intervenção pública que em resultados públicos não será de todo, porque longe de tipo de acesso a habitação típica de habitação social.
Naturalmente, eu critérios de alocação de habitação, que aqui não analisamos porque exigiriam um aprofundamento em si, já são e serão objeto de controvérsia e crítica severa, como sempre acontece em intervenções dessa natureza. É de se esperar, acima de tudo, que, para os trabalhos concluídos, as famílias que se beneficiarão da nova acomodação projetada sejam realmente incluídas entre as categorias carentes e que, em qualquer caso, a intervenção tenha valiosos valores arquitetônicos e urbanos, independentemente dos custos.

Link para a página do site institucional do Município de Parma dedicada à iniciativa:

//comune.parma.it/comune/Pages/pagina_generica.aspx?ID=0ef7b1a9-8362-46be-8ed4-4cb6f58eb2c6



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