Projeto de combate a incêndios nas garagens do condomínio

O D.M.38 / 1986 estabelece as regras a seguir para o correto planeamento de uma garagem do condomínio, de forma a garantir a segurança e a segurança dos utentes.

Projeto de combate a incêndios nas garagens do condomínio

Regras de design

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Em Itália, a maior parte do parque imobiliário existente, com as excepções necessárias nos centros históricos, remonta ao período pós-guerra e, na grande maioria, ao boom dos anos sessenta e setenta, quando as cidades se alargam e se estendem para territórios não construídos, para formar os subúrbios.
E é precisamente como resultado desta situação que, nas décadas seguintes, surge a necessidade de regulamentar o desenho, assegurando assim a segurança do usuário: Padrões Técnicos de Construção, critérios anti-sísmicos, quebra de barreiras arquitetônicas e antifire Estas são apenas algumas das regras que são introduzidas para padronizar e tornar seguros e utilizáveis ​​os espaços que freqüentamos.
Os regulamentos estão em contínuo desenvolvimento e modificação e é necessário estar sempre atualizado sobre as normas vigentes.
Estes são tópicos que devem estar cientes não só de i profissionais mas também eu cidadãos, de modo a estar sempre ciente, no momento da compra, das possíveis e possíveis deficiências do edifício.
Entre os diversos regulamentos a que se deve referir, no ato de projetar um condomínio com garagem, os referentes ao combate a incêndios estão entre os mais complexos e sempre em constante evolução.

Projeto de combate a incêndios nas garagens do condomínio

Vamos começar da norma: o D.M. No. 38 de 01/02/1986 Normas de segurança para a construção e operação de garagens e similares regulamentar o projeto do mesmo, a fim de garantir a segurança ea segurança das pessoas e a preservação da propriedade contra os riscos de incêndio e pânico em locais onde se trata de estacionamento, abrigo, exposição e reparação de veículos.
A norma, que se aplica a novos edifícios ou em modificação - para todos os outros, as disposições em vigor à data de autorização de construção - classifica primeiro, as garagens segundo a sua conformação, isolado ou misturado, para o local, isto é subterrâneo ou acima do solo, baseado na forma das paredes do perímetro, aberto ou fechado, às características de exercício e uso, supervisionado e nãoe, finalmente, com base na organização dos espaços interiores, uma caixa ou espaço aberto.

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A fim de padronizar perfeitamente os espaços, também é apropriado relatar a definição de garagem para carrosisso é volume delimitado por estruturas de resistência ao fogo definidas e superficiais que não excedam 40.
Partindo destas definições, passamos à classificação em duas categorias macro, dadas pelos artigos 2 e 3, em que é feita uma distinção específica entre as garagens. capacidade de armazenamento não superior a nove veículos e aqueles com capacidade superior a nove.

Projeto de combate a incêndio nas garagens do condomínio para até nove veículos

Para o primeiro, os aspectos a serem regulados são bastante básicos.
Entre eles, é importante ter em mente que:
- le estruturas de suporte verticais e horizontais eles devem ser R60, de Separação REI 60;
- o área de ventilação não inferior a 1/30 da superfície da sala;
- oaltura não inferior a 2 metros;
- le comunicação com as instalações para diferentes destino protegido com portas de metal com fechamento automático;
- le subdivisões entre caixas com instalações REI 30etc.

Projeto de combate a incêndio nas garagens do condomínio com mais de nove veículos

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Em garagens com mais de nove veículos, as regras são mais restritivas: oaltura interna sal a 2,40 m com um mínimo de 2 m sob a viga, le manobras de pistas entre 4,50 e 5,00 m, para garagens com mais de quinze veículos duas rampas unidirecionais com amplitude não inferior a 3,00 m ou uma rampa com largura não inferior a 4,50 m.
A ventilação é um aspecto muito importante para garantir a segurança em caso de incêndio.
Onde o ventilação natural, garantido por aberturas nas paredes ou no teto, não é suficiente para garantir a dissipação de calor e fumaça - a superfície de ventilação não deve ser inferior a 1/25 da superfície da planta - deve ser acompanhada por ventilação mecânica capaz de garantir pelo menos três trocas de ar por hora.
Nos casos em que o sistema de ventilação mecânica não é fornecido, uma fração da superfície de ventilação natural - não menos que 0,003 m2 por metro quadrado de piso - deve estar completamente livre de janelas (Artigo 3.9.1.).
Estes são apenas alguns dos aspectos que devem caracterizar uma garagem adequadamente modelada: muitas vezes, no entanto, pelas razões mais díspares, não é possível seguir todas as regras descritas. A este respeito, é precisamente a D.M. estabelecer, no art. 12, le derrogações.
Se por algumas razões técnicas ou por exigências de serviços especiais não for possível adotar algumas das disposições acima mencionadas, o Ministério do Interior reserva-se o direito de conceder isenções desde que a adoção de medidas técnicas particulares possa dar às garagens um grau. segurança não inferior à obtida com a plena implementação dessas regras.
Tudo isso será feito por um técnico qualificado, que iniciará um processo burocrático e de planejamento para obter a liberação dos órgãos competentes.



Vídeo: Guia do Condomínio: equipamentos contra incêndio - Guia do Dia 29/05/2013