Confiança do trabalho para o corpo ou para medir

Para reduzir as disputas entre o Cliente e a Empresa, √© suficiente adotar indica√ß√Ķes contratuais bem definidas.

Confiança do trabalho para o corpo ou para medir

Durante a execução das obras, há muitos disputas que surgem entre o cliente e a empresa.

Rela√ß√£o econ√īmica entre a empresa e o cliente


Entre estes, excluindo os argumentos sobre a correta execução das obras, o mais importante diz respeito à gestão da relação contratual que é estabelecida entre os dois assuntos.
Para analisar este problema, duas formas s√£o estabelecidas na atribui√ß√£o das obras que, tomando como ponto de partida as disposi√ß√Ķes do artigo 53 (par√°grafo 4) do c√≥digo de contratos, s√£o identificadas como: corpo ou um medir.
Na primeira hipótese (no corpo), o elemento básico do contrato é a necessidade de presente para o licitante um projeto detalhado (planta e arquitetura), para permitir que a empresa, a avaliação trabalho global.
Este montante ser√° fixo e invari√°vel no momento do contrato.
No segundo caso, um sistema menos vinculante √© implementado, determinado por uma estimativa econ√īmica separada para cada categoria (escava√ß√Ķes, concreto armado, divis√≥rias, acabamentos, etc.).
Com esta solução, as quantidades individuais e consequentemente o custo do trabalho irão variar de acordo com as diferentes necessidades (técnicas e funcionais), mas com todos os limites descritos abaixo.

acordos entre o Cliente e a Empresa

√Č evidente que a diferen√ßa substancial entre as duas rela√ß√Ķes contratuais reside no particular condi√ß√£o do trabalho contratado no corpo e na eventual varia√ß√£o (parcial ou substancial) de uma ou mais categorias de emprego, o que determina uma mudan√ßa na situa√ß√£o econ√īmica e a consequente remunera√ß√£o da oferta.
Para estes casos, os pronunciamentos do Observat√≥rio de Obras P√ļblicas, que, implementados na esfera privada, tornam imprescind√≠veis duas condi√ß√Ķes essenciais: exigibilidade do projeto (estrutural, arquitetura e engenharia de planta), e profissionalismo a empresa na prepara√ß√£o da oferta.
A este aspecto podemos acrescentar outra consideração que diz respeito à possibilidade de um renegociação da relação contratual após mudanças significativas.
Tudo o que permanece fora dessa situação é identificado como um elemento básico de disputa.
Mesmo para a atribuição de trabalho ao tamanho, existem alguns limites conceitual.
De facto, na formulação da oferta, é aconselhável indicar os métodos a utilizar para a contabilização das obras (medição vazia para cheio, rede de furos, etc.), bem como para incluir todos os custos acessórios (adesivos, argamassas, cargas de segurança)., etc.), mesmo que não especificado, necessário para uma correta execução das obras.

controle sobre a execução das obras

Este √ļltimo fator √© fundamental, pois a empresa deve avaliar cada categoria de trabalho sob o ponto de vista t√©cnico, levantando quest√Ķes sobre a execu√ß√£o da interven√ß√£o e sem solicitar ajustes de pre√ßos ap√≥s a assinatura do contrato.
Finalmente, considera-se essencial especificar outro aspecto relativo à mudança das quantidades dos tipos individuais.
Para entender melhor esse assunto, um exemplo é citado prático.
Na preparação da oferta, seguindo um raciocínio competitivo, a empresa pode decidir aplicar um preço moderado à categoria de pequenos cimentos reforçados.
Bem, se a quantidade de concreto aumenta drasticamente durante a constru√ß√£o, o impacto econ√īmico geral, ao mesmo pre√ßo, pode n√£o ser rent√°vel e, portanto, criar preju√≠zos econ√īmicos para a empresa.

Portanto, mesmo neste caso e acima de um certo limite, √© indispens√°vel renegociar em termos econ√īmicos, essas varia√ß√Ķes.
Em conclus√£o desta breve discuss√£o, destacamos a oportunidade de maior aten√ß√£o a essas quest√Ķes contratuais, a fim de evitar disputas que possam comprometer o desenvolvimento natural e a regularidade do trabalho.



V√≠deo: Din√Ęmica sobre confian√ßa - Renata Melo