O administrador do pequeno prédio

Quando o n√ļmero de condom√≠nios, ou propriet√°rios das unidades de propriedade, √© igual a cinco ou mais, a assembl√©ia deve nomear um administrador, se a assembl√©ia n√£o fornecer, a nomea√ß√£o √© feita pela autoridade judicial.

O administrador do pequeno prédio

O primeiro parágrafo doart. 1129 c.c. lê-se:

Amministratore

Quando os condomínios são mais de quatro, o assembly nomeia um administrador. Se a assembléia não prevê, a nomeação é feita pela autoridade judiciária, mediante recurso de um ou mais condomínios.
Isto significa que naquelas hip√≥teses em que o n√ļmero de condom√≠nios (ou seja, os propriet√°rios de unidades imobili√°rias) √© igual a cinco, ou superior, a montagem deve nomear um administrador.
Se isso não acontecer, todo condomínio pode pedir aoAutoridades Judiciais para fornecer no lugar da reunião padrão.
L 'administrador nomeados podem ser revogados pela assembl√©ia, a qualquer momento, ou pela pr√≥pria autoridade judicial, mas apenas sob certas condi√ß√Ķes.
O que acontece para aqueles condomínios com menos de cinco participantes?
s'individuano dois tipos de condomínios (de elaboração doutrinal - jurisprudencial):
a) o condomínio mínimo (aquele com apenas dois participantes);
b) o condom√≠nio pequeno (aquele com um n√ļmero de participantes variando de tr√™s a quatro).
Em ambos os casos, lei aplicável em relação à nomeação do diretor é o mesmo, então referindo-se ao pequeno edifício, em vez de o condomínio mínimo é indiferente.
Em primeiro lugar
, deve-se dizer que nessas hipóteses a nomeação do administrador, os condomínios, pelo menos em nível geral, não é obrigatória eles não poderão apelar para a Autoridade Judicial.
A escolha do representante a quem será confiada gestão das partes comuns do edifícioportanto, é um ato de competência exclusiva da assembléia.
Se você não pode nomear um, então, o equipe do condominio seria destinada a não ter um administrador.
esta sem que a lei seja violada.
A regra geral sofre, pelo menos indiretamente, exceção.
√Č o caso do condom√≠nio que n√£o consegue tomar decis√Ķes necess√°rio para a administra√ß√£o de coisas comuns.

Amministratore


o raz√Ķes podem ser v√°rias: desinteresse dos propriet√°rios, contrastes entre os mesmos, etc. Neste caso, o condom√≠nio que quer p√īr fim a esta situa√ß√£o de n√£o-discrimina√ß√£o generalizada pode apelar para a autoridade judicial.
O padrão de referência é oart. 1105, quarto parágrafo, c. ditado para a comunhão em geral, mas também aplicável a condomínios em edifícios (art. 1139 c.c.).
A disposi√ß√£o regulamentar acima mencionada permite tribunal ordenar as interven√ß√Ķes necess√°rias para a administra√ß√£o da coisa comum e, se necess√°rio, para nomear um administrador.
Uma esp√©cie de administrador ad acta que durar√° no cargo pelo tempo necess√°rio para executar as interven√ß√Ķes organizadas, em subst√Ęncia, entendendo-se que os condom√≠nios, no caso de condom√≠nio pequeno e condom√≠nio m√≠nimo, n√£o pode solicitar a nomea√ß√£o de um administrador judicial, ser√° capaz de obter um efeito, indireto, similar (mesmo que limitado a determinados actos), caso em que pergunte ao tribunal organizar as interven√ß√Ķes necess√°rias para a gest√£o das partes comuns.



Vídeo: entrevista a administrador de predio